Mostrando postagens com marcador Matéria relacionadas indiretamente ao futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matéria relacionadas indiretamente ao futebol. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Fala Analista: Clássico de Heliópolis Favela x Bafômetro

Um jogo muito movimentado e com muitas finalizações (15x15). Foi assim Favela X Bafômetro, o clássico da quebrada do Heliópolis. O jogo foi valido pela 2ª rodada da 1ª fase do Grupo B (sede Dorotéia) da Super Copa Pioneer Claro 2019. Os times buscaram incansavelmente o gol para garantirem os três pontos. Com poucas faltas (5x4) mostrou o quanto foi leal a disputa pela vitória.




Destaque negativo:

O Bafômetro acertou somente 4 das 12 finalizações na meta 
adversária.

Das 5 faltas que o Favela cometeu, 4 foram próximas ao gol.




Destaque Positivo:

O goleiro do Bafômetro somou 4 defesas importantes.

A defesa do Favela, no 2º tempo evitou que seu goleiro trabalhasse. (não fez nenhuma defesa).


Manu Mangabeira

Analista de Performance e Desempenho

@manumangabeiras2

(11) 9-40449263

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Desafios e oportunidades para as guerreiras do apito em 2019


           Está em preparação o  II Simpósio Nacional de Arbitragem Feminina

            O ano de 2018 ainda não finalizou no mercado da bola, principalmente para o ramo da arbitragem. Planejar as atividades para o próximo ano é uma atividade necessária que irá agregar muito. Pensar em um grande evento a nível nacional para Arbitragem Feminina é mais do que um desafio, sem pensar se atua no profissional, na várzea, ou qualquer outra categoria, mas sim no conjunto todo de profissionais.
            Vivenciamos um ano com muitos casos de agressões a árbitros, muita confusão, mudanças significativas em regras do jogo e tantas outras coisas. Além disso, houve uma valorização significativa da Arbitragem Feminina em Campeonatos, mas ainda estamos longe do ideal.
            Iniciado em 2017, a AEBA – Associação de Árbitros do Estado da Bahia, em conjunto com o Blog Além do Apito, já estão trabalhando firmemente para a realização do II Simpósio Nacional de Arbitragem Feminina em 2019. Buscando sempre melhorias e dando prosseguimento ao projeto de união, troca de experiências e informações com mulheres inseridas no ramo da arbitragem.
            O local e data para o evento ainda não foram definidos, porém a expectativa é que ocorra no mês de Novembro de 2019. As informações serão disponibilizadas no site oficial do evento no endereço - https://arbitragemfeminina.wixsite.com/simposio2019.




            Além disso, as Redes Sociais também serão utilizadas como ferramentas de divulgação, na página do evento:

 Simpósio Nacional de Arbitragem Feminina – 2019
Arbitragem feminina em Foco

             Para essa 2ª edição os organizadores estão se mobilizando e desde já iniciando as divulgações, visando alcançar um maior número de pessoas interessadas em participar. Bem como pessoas e instituições interessadas em serem parceiras ou patrocinadoras.
            Caso o/a amigo(a) leitor se interesse em saber mais informações sobre o evento ao longo dias, basta preencher a pesquisa disponibilizada no link abaixo:

            Já para os Interessando em parcerias com o evento, bem como interesse em ser um  patrocinador, basta preencher o formulário disponibilizado no link a seguir;. https://goo.gl/forms/JUl9AvN169mPkgpg1

            O evento já conta com apoiadores, bem como o blog Além do Apito, o Grupo de Arbitragem de São Paulo – Arbitragem Clube da Várzea e o Blog Expresso da Várzea.
   Será uma grande oportunidade de juntos, continuarmos uma grande corrente em prol da arbitragem feminina nesse país que, ao longo dos tempos vem evoluindo, mas precisa continuar em uma crescente, com um olhar diferenciado.

            Para quem não conhece essa Iniciativa, a primeira edição do evento – I Simpósio Nacional de Arbitragem Feminina ocorreu em Salvador-BA em 2017.  Você pode conferir como foi essa edição, conhecendo os palestrantes, fotos, vídeos e demais informações diretamente do site:

            Será uma honra  ter a presença de todos e juntos apoiar causas, motivar e qualificar pessoas. A busca por um objetivo em comum, faz a nossa força ser maior ainda.


Texto: blog Além do Apito 



sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz 2017! O time do futebol da quebrada esta unido!

Correr pela várzea, esse sentido figurado nós do Futebol da Quebrada levamos ao pé da letra. E como a temporada é praticamente anual, pegamos chuva, garoa, frio, sombra e sol, muito sol! Ao longo desse 2016 foram mais de 400 matérias sobre o futebol “varzeano”, dessas, 95% são de coberturas in loco, o nosso grande barato. Pois esse tipo de abordagem nos faz ficar no olho do furacão dos acontecimentos. 

É o burburinho das torcidas com suas “cornetadas”, o nervosismo dos técnicos, os bastidores dos alambrados e vestiários, a resenha pós jogo, tudo isso vicia. As amizades e rivalidades, coisas boas e outras nem tanto, o que é normal em se tratando de várias visões sobre um mesmo tema. Tem jogadores que ganham para jogar, outros que jogam por gostar, tem torcedores fanáticos, vira latas perdidos, pipas no céu, microempresários, revolucionários, tradicionalistas, maestro de bateria, dirigentes, gestores, cachaceiros sóbrios, imprensa “varzeana”, políticos não eleitos, malandros, gente de bem, tem de tudo, e todos fazem parte, de um jeito ou de outro da engrenagem da várzea.  

E o papel do blog Futebol da Quebrada e estar junto e misturado. Não temos a pretensão de sermos os únicos nem tão pouco os melhores, o que nos importa é levar o nome e a cultura do futebol de várzea pelas redes e assim disseminar e mostrar um pouco do que rola pelos campos. Para finalizar esse 2016 e desejar um 2017 de muita paz e realizações, mostramos nossa cara, nosso time é pequeno, mas é guerreiro, veja abaixo:





Eduardo Lima (Dudu) - Nasceu em São Paulo 03/09/1976. “Varzeano” nato, jogou 15 anos no terrão e disputou seis Copas Kaiser pelo Falcão Dourado/Pq Dorotéia e campeão da Copa Santa Amélia pelo ABC/Pedreira. Ama futebol e desde 2011 cobre a várzea, começou no Jornal É Nosso! e agora é o manda chuva do blog Futebol da Quebrada.





            

Marcelo Santos Costa (Tchelo) – Nasceu em São Paulo em 19/08/1975 , desde pequeno gosta da beira do campo, jogou só nos juvenis e nos times da rua 12 contra a rua 11. Jornalista formado, começou a cobrir o futebol varzeano no Jornal É Nosso! em 2011. Amante do futebol, deu início ao blog Futebol da Quebrada e agora cobre e faz as edições gerais das matérias.



    








Sebastião Vieira (Tião) - Paraibano que nasceu em 19/05/1970, apaixonado por futebol, se arriscava embaixo das traves nas quadras de salão. Tião se formou em jornalismo e também trabalhou em 2012 no Jornal É Nosso! Cobrindo cultura e futebol, já que ele também é ator de teatro nas horas vagas. Repórter que segue firme no blog Futebol da Quebrada.








 Elton Santos Costa (Du) – Paulistano nascido em 19/02/1980, Du é do rock, mas também samba na MPB de um rap (?).  Trabalhou esporadicamente no Jornal É Nosso! Amante da bola jogou no Unidos da Doze/Pq Dorotéia e até hoje curte uma pelada com os amigos. É o salvador designer que nos momentos críticos nos ampara com sua genialidade e criatividade.





Francisco Costa Sousa (Chicão) - Nascido no Ceará em 24/12/1960 – Ele apareceu do nada e nos ajuda nos jogos “varzeanos” das periferias. Com seu jeito quieto, chega com seu instrumento de trabalho e vai tirando fotos, vai filmando e o resultado são algumas das imagens que ilustram algumas matérias. Outro daqueles loucos por futebol, Chicão já deu aula em escolinhas de futebol, chegou de mansinho, mas já conquistou seu espaço merecido no Futebol da Quebrada. Mais um pro time.




domingo, 20 de novembro de 2016

Dia vinte de novembro e a várzea



No dia 20 de Novembro é comemorado no Brasil o Dia da Consciência Negra e esse dia no contexto do futebol tem muitas histórias. No futebol, os negros foram e são essenciais para o seu desenvolvimento, mas nem sempre foi assim. Nos primórdios do esporte no Brasil, idos de 1900, eles não tinham direito de participar. E um dos motivos alegados foi que o futebol fora feito para somente os aristocratas o praticarem. E o preconceito ainda era evidente na sociedade, como uma herança ruim da escravidão que havia sido abolida em 1888.

A Associação Atlética Ponte Preta e o Bangu Atlético Cube do Rio de Janeiro foram os primeiros clubes a aceitarem negros em seu elenco, em 1900 e 1904 respectivamente. Mas somente a partir da década de vinte a aceitação começou pra valer, já que o Vasco da Gama abriu o precedente de luta, quando se indignou contra o preconceito. O time tinha sido campeão em 1923 contando em seu elenco com 12 jogadores afrodescendentes. No ano seguinte os outros clubes da federação tentaram o forçar a afastar do seu elenco esses jogadores, o clube não aceitou tal proposta e ainda publicou um manifesto contra tal prática.



Outro fato de certa forma triste, foi a respeito do Fluminense-RJ em 1915, o jogador chamado Carlos Alberto, que era negro, tinha que “clarear” sua pele com pó de arroz. Só que o suor tirava o pó do seu rosto e os torcedores pejorativamente chamava os jogadores do Flu de “os de pó de arroz”.

Os atletas negros conforme os passar dos anos conseguiram seu espaço, na base do vigor físico e do talento sem igual. Poderíamos aqui fazer uma lista de ídolos e craques. De memória posso citar; O rei Pelé, Leônidas da Silva o diamante negro, Didi folha seca, Domingos da Guia, Jairzinho, Eusébio do Benfica, Djalma Santos, Dadá Maravilha, Paulo Cesar Caju, Claudio Adão, Serginho Chulapa, Wladimir, Dener, Roger Milla e muitos outros.

Na várzea há um paradoxo no racismo, já que há uma miscigenação, uma mistura de cores , raças e crenças. Nas arquibancadas e dentro das quatro linhas, não se vê explicitamente ou com muita frequência tal prática execrável.  A única vez que presenciei algo dessa natureza, um torcedor chamou um atacante rival de macaco. Depois de olhares reprovadores, os próprios torcedores calaram o racista com ameaças, ele teve que ir embora, quase virou caso de polícia.



Como na várzea os apelidos são uma constante é aí que mora a contradição que falei. Já que alguns jogadores afrodescendentes carregam muitas vezes apelidos que se olhados com uma perspectiva preconceituosa, podem conter uma carga racista embutida. Em escalações pelos terrões da vida já vi jogadores com alcunhas como: churrasco, choquito, negão, neguinho, tiziu, negrito, negrete, bombom, fumaça, preto, buiu, azul, chocolate... e por aí vai. Em muitos casos, sem se acanhar, os próprios jogadores citavam e se autoproclamavam com  alguns desses  quando lhe perguntavam o nome ou apelido. Isso talvez se deva a uma cultura já imposta. Algo que esta arraigado há muito tempo, cabe a quem se ofende se levantar contra ou levar numa boa. Como nas periferias e jogos de várzea os envolvidos são na maioria amigos e conhecidos do mesmo bairro a coisa acaba por ser algo normal ou algo sem muita importância, mas cabe a reflexão.

No futebol de várzea existem times que exaltam  ou tem a temática do orgulho negro em seus nomes e escudos. Por exemplo o Black Power do Ipiranga, o Negritude de Artur Alvim, Nego Negro do Carandiru, Kemel Kizomba de Cidade Kemel , Raízes da Vila Formosa... Já no município de União dos Palmares no estado de Alagoas temos o time (profissional) Zumbi Esporte Clube. O que se pode exigir, não somente nesse feriado de 20 de Novembro, mas sempre, é o respeito e a igualdade entre as pessoas não importando sua origem.



Por Marcelo Santos Costa

domingo, 13 de novembro de 2016

500 mil acessos na quebrada

Tudo começou no extinto Jornal É Nosso!. E o que era pra ser um jornal de bairro normal, virou mais um canal do futebol de várzea.  Cobríamos coisas corriqueiras da região, como uma festa, quermesse, um roubo ao mercado, um poste que caiu, uma reclamação de morador etc. Ou seja tínhamos as partes de cotidiano, cultural, policial, um fala cidadão e veio a ideia de ter uma pagina de esporte. Começamos então a cobrir os amistosos dos times da região e depois, alguns jogos da Copa Kaiser 2011 começaram a ser realizados no campo aqui perto de nossas casas. Tomamos gosto pela coisa e quando fomos nos dar conta estávamos acordando as 6h00 da manhã e indo cobrir jogo na zona Leste, Norte e Oeste!. Tínhamos nossos espelhos como Flávio Adauto um dos pioneiros no jornalismo na várzea, Diego Viñas outro cara humilde e inteligente, sem contar as loucuras do Carlão Carbone, outro desses amigos que fizemos nos terrões/sintéticos da vida. 






Com o fim do nosso "jornalzinho" em 2014 pensamos que nosso sonho havia acabado. Mas a tecnologia e perseverança nos salvou, criamos o blog Futebol da Quebrada que timidamente engatinhou e esta aí até hoje, graças a Deus! São mais de cinco anos de luta no futebol de várzea e hoje colhemos um fruto do qual temos muito orgulho. Além da humildade, do respeito, do aprendizado e da amizade que fizemos durante as coberturas dos jogos. Hoje também (14/12/2016) ,se tornou um marco para nós, uma data especial, pois alcançamos a marca de 500.000 acessos! Isso sem patrocínio, só na raça e por amor! Nos sentimos parte da várzea, desde a infância é algo que esta cravado em nossos corações, talvez esse espírito guerreiro e de improviso varzeano serviu de mola propulsora em alguns momentos de insegurança. Mas sem as pessoas que entram no blog, comentam, ou nos campos e alambrados conversam conosco, elogiam, criticam, cobram, sem vocês, isso tudo não seria nunca possível. Nós do blog Futebol da Quebrada queremos agradecer enormemente o carinho e atenção de todos nossos leitores e visitantes! a todos amantes da bola véia; 


Eduardo Lima, Marcelo S. Costa e Sebastião Vieira

sábado, 12 de novembro de 2016

Tiago mais um guerreiro da várzea

O nome dele é Tiago Ferreira,também conhecido como Tiago Arts, tem 32 anos e é mais um desses guerreiros da várzea, que lutam no seu cotidiano para o bem estar através do lazer e do esporte na periferia. São pessoas como ele, que com atitude, conseguem correr pelo certo. E o seu jeito de fazer isso foi através do futebol e dos jovens. Tiago por iniciativa própria juntou uma molecada de 15 a 17 anos para formar um time, o local escolhido foi o “Sete Campos”. Que fica  próximo a favela Pantanal, na Pedreira, bairro longínquo que beira a represa Billings na zona Sul de São Paulo.


Tiago ao centro recebendo o troféu


Ele nos disse que tudo surgiu observando uma brincadeira simples de “golzinhos”, aquela em que colocamos um par de chinelos como traves. Nesse improviso ele viu crianças correndo atrás da bola como se ela fosse um sonho, uma direção real.

O próprio Tiago fala que o “projeto” nem tem nome ainda, era para se chamar Pé de Moleke, mas não colocaram oficialmente ainda. “É algo tímido, pequeno e que não tem nenhuma obsessão de ser grandioso, o que importa é fazer o máximo possível para o pessoal da comunidade mesmo” frisou. O único apoio que recebe é que pode usar o logotipo e o nome do time Atlético Pantanal. E o pagamento é a satisfação dos meninos que estão jogando bola, o sorriso no rosto e a consciência de estar fazendo algo correto.

E sua ligação com o futebol varzeano vai mais além, pois também trabalha em comunicação visual e criou entre outros o logotipo do time e design da camisa do Atlético Pantanal e o logo do Cornetas da Bola.

 “Eu tento encaminhar essa molecada para o caminho do bem, por que na favela não se tem muitas opções, eu não quero vê-los escolhendo o caminho fácil do crime, das drogas, passando madrugadas em pancadões...” nos contou Tiago. Ele gostaria que alguma autoridade do governo olhasse pelo morro onde mora e fizesse um campo, um CDC (Clube da Comunidade) para os times locais. 
Os garotos representando o Atlético Pantanal

No time que ele formou, há algumas regras básicas para participar, e Tiago faz questão de passar esses valores como; a disciplina, companheirismo, respeito ao próximo, dedicação, educação, integração com a família e o trabalho em equipe.  O projeto por enquanto é um sonho pessoal de Tiago e sabemos o quão difícil é o começo,  sozinho, sem patrocínio e sem um suporte, mas ele tem garra.  

Através do esporte ele deseja que os sonhos se tornem palpáveis e que esses jovens evoluam e tenham outras alternativas na vida. Palavras do próprio Tiago: “O futuro está nas sementes que plantamos, e hoje estamos trabalhando para que estas sementes deem belos frutos no futuro”. Quem quiser entrar em contato basta ir na pagina do Facebook do Atlético Pantanal e deixar mensagem. 


Por Marcelo S. Costa/Eduardo Lima - Fotos: Arquivo Pessoal

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Chacina no Jardim São Luis

Mais uma noite violenta em São Paulo, Zona Sul






Sei que o assunto aqui é futebol, mas não tem como fechar os olhos diante da chacina que mata, a chacina de São Paulo. Na página “Cotidiano” que dá um ar de comum a acontecimentos tão bárbaros. Manchete manchada de sangue “Chacina deixa seis mortos na Zona Sul de São Paulo”.  Vida louca essa, tristeza em plena Favela Felicidade.

Ali na comunidade do Jardim São Luis, nessa noite de 30 de Junho de 2015, o palco derradeiro, onde seis vidas se foram para sempre. O bar, local onde estavam as vítimas, transformou-se de tranquilo para um caos. Rua um, um instante que se esvaneceu em meio ao medo e tiros na noite fria da periferia.

Se repararem, dá para ver na foto a inscrição do escudo do time Vida Loka Futebol e Festa do Jd. São Luís. Essa demarcação se refere ao time da região, de cores amarelo e preto, já foi campeão da Copa da Paz em 2009.   Já dizia o refrão de uma música da década de 90 do grupo de rap Racionais MC’s: Pânico na Zona Sul!  Nossos pêsames a comunidade. 



 Eis uma mensagem deixada na página do facebook do time: “Madrugada de pânico, que Deus conforte os corações de cada um desses familiares”.



Texto: Marcelo S. Costa - Foto: Nivaldo Lima/Futura Press/Estadão Conteúdo