O herói do dia foi Bigode que marcou o gol do título
Sábado (19/11), dia de decisão no campo do Baruel, na zona norte de São Paulo. Valendo o título da 1ª Copa
Clube da Várzea Rita Bentes de Futebol Amador 2016. A Associação Atlética Nego Negro do Carandiru foi campeão invicto após bater por 1 a 0 o
Barroca de Arthur Alvim. Com o campo completamente lotado, os torcedores do Nego Negro fizeram a
festa com o titulo inédito. Uma competição que teve a organização do Clube da Várzea na figura do amigo Gordão.
A equipe do Nego Negro tem 17 anos de estrada e o título veio na véspera de feriado do Dia Nacional da Consciênca Negra, o nome do time exalta essa forte ligação com o orgulho negro. O Barroca tem nome de escola de samba, mas é um time da zona leste,traz com satisfação no peito o nome da favela que fica em Artur Alvim.
A decisão começou e logo aos oito minutos a equipe
do Nego Negro conseguiu abrir o placar. André recebeu e lançou Véio que
foi em direção a linha de fundo e bateu cruzado. O chute saiu forte e o goleiro fez a defesa
parcial. Só que no rebote, o meio campista Bigode chutou e fez, pra sair comemorando e delírio da torcida.
Com o gol sofrido o Barroca colocou a bola no chão do terrão e foi em busca do empate. Porém parou nas boas defesas do goleiro, que não pderia ter apelido mais apropriado, Mão! E ele fechou
o gol e pegou ate pensamentos.
Iniciou o segundo tempo e com vantagem no placar o time do Carandiru armou uma boa retranca. Fez um paredão na frente do goleiro Mão, o que tornava raras as chances do Barroca chegar ao gol.Mesmo assim o Barroca não se deu por vencido e foi com tudo para o ataque. Tentou de tudo mas parou na boa marcação, não conseguiu
furar o bloqueio da zaga do adversário. Muita poeira subindo mas o Nego Negro aguentou a pressão até o fim do jogo, só esperando os minutos para comemorar o titulo.
E a alegria veio com o apito final do arbitro. O Nego Negro do Carandiru se consagrou campeão da 1ª Copa Clube da Várzea Rita Bentes 2016. Já o Barroca
ficou com o troféu de vice-campeonato.
Por Eduardo Lima
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